É do conhecimento de todos que o significado da palavra sucesso representa obter êxito em algo, entretanto, apenas o uso de uma definição formal torna-se insuficiente para abordar as inúmeras interpretações dadas ao conceito deste substantivo. Afinal, alcançar o sucesso é sinônimo apenas de respirar os ares do topo? Geralmente, os vistos como bem sucedidos, quase sempre, são apenas aqueles que tiveram melhor desempenho na escalada das convenções sociais! Avaliando esta ótica percebemos que obter o sucesso está deixando de ser uma conquista subjetiva para tornar-se um conceito geral. Sim, muitas vezes é o sistema quem dita o que devemos considerar ideal! Sendo assim, para que perder tempo? Qual é a razão de investir no autoconhecimento e de identificar nossos reais anseios se a voz do povo e os comerciais já fazem isso por nós?
Sendo a definição de sucesso algo inteiramente subjetivo é possível questionarmos diversos símbolos de sucesso. Logo, qual é a importância de investir a qualquer custo na carreira mais promissora? É realmente necessário comprar o carro do ano? É imprescindível casar, ter filhos, viajar o mundo, acumular riquezas, manter a boa aparência...? Certamente, a melhor resposta para todas essas perguntas é tanto faz, já que cabe a cada um de nós determinarmos as metas que desejamos cumprir. Às vezes, o melhor pode ser ganhar menos, economizar tempo e viver mais. Para alguns sucesso é concluir o projeto, para outros é lucrar após a conclusão do projeto. Além do mais, será que os que se encaixam no estereótipo de “bem sucedidos” se julgam realizados? Será o sucesso idêntico a um cume que depois de alcançado não nos deixa alternativa senão nos contentarmos? Sei lá, estamos sempre insatisfeitos! Quem sabe também seja sucesso a mudança de planos, o aprendizado ao longo da jornada.
Um espaço para reflexão dos mais diversos assuntos relacionados ao estranho bicho homem!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Dores do recomeço
Amargurado, limpando os vestígios do próprio abandono. A face ainda repleta de lama, os olhos apertados e úmidos e o espírito tão cansado. Alguns quilos a mais, garrafas vazias, o sono atrasado e tantos vícios a perder. E há quem diga que recomeçar é uma simples tarefa! Talvez seja o cinema o responsável por internalizar em nossos subconscientes essa visão de suprema glória relacionada ao ato de recomeçar. Afinal, é quase incontável o número de ficções onde o protagonista reergue-se, rapidamente, de maneira triunfal, quase que auxiliado em tudo pelo destino. Todavia, colocando-se de lado os holofotes e o glamour encontrado nos roteiros das super produções essa não é a realidade mais frequente de encontrarmos. Fato é que muitos ao tomarem a decisão de recomeçar ainda encontram-se bem próximos do chão, atormentados, destilando suas antigas angústias.
Para alguns recomeçar é reunir símbolos religiosos e travar um combate justo consigo mesmo. Às vezes, recomeçar também é abandonar-se, revestir-se de novos valores para seguir em frente. Recomeçar é dar a luz ao novo e aceitar de bom grado as dores deste parto! Precisamos ficar atentos, meus caros leitores, nem sempre o que determina a mudança é à força dos anseios dos novos pensamentos. Muitas vezes, a caminhada só nos conduz a algo sublime através das dores, não as antigas que tivemos, mas as novas que escolhemos. As dores do recomeço igualam-se ao pedágio que precisamos pagar nas vias expressas! São penitências que nos impõem para que possamos nos adaptar a estrada, geralmente, representam um grande teste a paciência. Recomeçar é libertar-se, é refletir, é romper mesmo que com os dentes os grilhões que nos atém ao passado. Por isso, pague o pedágio, dê a luz ao novo, rompa os grilhões e se lembre, sempre, que após isso sempre é possível ir ao dentista! Desejar o recomeço é o caminho da cura!
" Quem acredita sempre alcança".
Renato Russo
" Eu preciso prosseguir e me libertar".
Detonautas
Para alguns recomeçar é reunir símbolos religiosos e travar um combate justo consigo mesmo. Às vezes, recomeçar também é abandonar-se, revestir-se de novos valores para seguir em frente. Recomeçar é dar a luz ao novo e aceitar de bom grado as dores deste parto! Precisamos ficar atentos, meus caros leitores, nem sempre o que determina a mudança é à força dos anseios dos novos pensamentos. Muitas vezes, a caminhada só nos conduz a algo sublime através das dores, não as antigas que tivemos, mas as novas que escolhemos. As dores do recomeço igualam-se ao pedágio que precisamos pagar nas vias expressas! São penitências que nos impõem para que possamos nos adaptar a estrada, geralmente, representam um grande teste a paciência. Recomeçar é libertar-se, é refletir, é romper mesmo que com os dentes os grilhões que nos atém ao passado. Por isso, pague o pedágio, dê a luz ao novo, rompa os grilhões e se lembre, sempre, que após isso sempre é possível ir ao dentista! Desejar o recomeço é o caminho da cura!
" Quem acredita sempre alcança".
Renato Russo
" Eu preciso prosseguir e me libertar".
Detonautas
sexta-feira, 29 de abril de 2011
The rules of love.
“E hoje em dia como é que se diz eu te amo”.
Link letra e video /vamos fazer um filme/ Legião Urbana/
“Love sister it's just a shot away”
Link tradução e música/ Gimme Shelter/ Legião Urbana/
“Mas se um dia eu me der bem
Vai ser sem jogo”.
Link letra e video/ amor, amor/ Barão Vermelho/
Palavras doces, frases feitas, coração em alerta. Tudo é tênue quando a vontade colabora, e tudo é êxtase quando a conquista é novidade. O andar cauteloso é a melhor medida contra o perigo, quando doar-se tornasse um risco? Que regras aplicar num jogo que não envolve aquisições? Será possível a existência de um placar para o amor, será justo o uso de regras para o ato de amar? Questão complexa de ser respondida essa, entretanto, nem sempre atirar-se de cabeça representa a melhor opção quando se trata de relacionamentos. Infelizmente, os seres humanos possuem tendências de sistematizar todas as suas relações, até mesmo tratando de um sentimento natural como a paixão nós ainda insistimos em criar praxes de conduta, metas a serem cumpridas.
Algumas correntes filosóficas defendem que há sempre uma disputa de poder por trás das interações amorosas, considerando esse ponto de vista anula-se a visão idealizada (cristã) do amor. Afinal, quando tratamos de jogos nunca existem doações apenas baixas estratégicas. Logo, fica a pergunta no ar... Será que nós seres humanos há tempos agimos, inconscientemente, sempre dessa forma? Definitivamente, não sei! Será que este fator comportamental é algo que sempre esteve intrínseco em nós, ou, se trata apenas de uma substituição de valores gerada pelas mudanças sociais? Se considerar mos a segunda alternativa que mudanças são essas? Estará ligada a uma tendência capitalista a nos ditar que precisamos possuir sempre as rédeas da situação, ou, estará ligada ao costume de rotular e por um preço em tudo?
A verdade é que o próprio conceito de paixão (amor) sempre sofreu transformações ao longo da história. Geralmente, as regras que costumam reger o amor variam de acordo com credo, nacionalidade e etc. Contudo, deixo a minha pergunta no ar... Que rosto terá o amor para as gerações futuras? Projeção complica de se fazer essa ao levarmos em conta que mais do que nunca vivemos numa época de prazeres efêmeros.
Link letra e video /vamos fazer um filme/ Legião Urbana/
“Love sister it's just a shot away”
Link tradução e música/ Gimme Shelter/ Legião Urbana/
“Mas se um dia eu me der bem
Vai ser sem jogo”.
Link letra e video/ amor, amor/ Barão Vermelho/
Palavras doces, frases feitas, coração em alerta. Tudo é tênue quando a vontade colabora, e tudo é êxtase quando a conquista é novidade. O andar cauteloso é a melhor medida contra o perigo, quando doar-se tornasse um risco? Que regras aplicar num jogo que não envolve aquisições? Será possível a existência de um placar para o amor, será justo o uso de regras para o ato de amar? Questão complexa de ser respondida essa, entretanto, nem sempre atirar-se de cabeça representa a melhor opção quando se trata de relacionamentos. Infelizmente, os seres humanos possuem tendências de sistematizar todas as suas relações, até mesmo tratando de um sentimento natural como a paixão nós ainda insistimos em criar praxes de conduta, metas a serem cumpridas.
Algumas correntes filosóficas defendem que há sempre uma disputa de poder por trás das interações amorosas, considerando esse ponto de vista anula-se a visão idealizada (cristã) do amor. Afinal, quando tratamos de jogos nunca existem doações apenas baixas estratégicas. Logo, fica a pergunta no ar... Será que nós seres humanos há tempos agimos, inconscientemente, sempre dessa forma? Definitivamente, não sei! Será que este fator comportamental é algo que sempre esteve intrínseco em nós, ou, se trata apenas de uma substituição de valores gerada pelas mudanças sociais? Se considerar mos a segunda alternativa que mudanças são essas? Estará ligada a uma tendência capitalista a nos ditar que precisamos possuir sempre as rédeas da situação, ou, estará ligada ao costume de rotular e por um preço em tudo?
A verdade é que o próprio conceito de paixão (amor) sempre sofreu transformações ao longo da história. Geralmente, as regras que costumam reger o amor variam de acordo com credo, nacionalidade e etc. Contudo, deixo a minha pergunta no ar... Que rosto terá o amor para as gerações futuras? Projeção complica de se fazer essa ao levarmos em conta que mais do que nunca vivemos numa época de prazeres efêmeros.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Eutanásia.
Na alma resta um único desejo, ter a carne coberta por um longo manto de paz. E as horas de vida traduzem-se somente em múltiplos segundos de sofrimento e o palco da vida torna-se apenas sede para um espetáculo de dor. Não seria uma morte amena a melhor alternativa para os casos onde já não há como se preservar o pleno vigor da vida? Será possível a existência de uma boa morte? E a quem cabe julgar a circunstância em que a manutenção da vida faz-se desnecessária? A resposta mais lógica seria ao doente, mas e quando este já não pode responder por si? Será a escolha pela morte ou pela vida uma opção da família, dos médicos?
A palavra eutanásia possui sua origem no grego eu (bom) e thanatos (morte)! A ideia de encurtar o sofrimento daqueles que já não podem viver em condições normais permeia pelas sociedades humanas há muito tempo. Um exemplo disso é o Egito onde Cleópatra VII criou uma academia para estudar formas menos dolorosas de morte. Há também o registro dessa prática em povos mais modernos como o caso da Holanda, Estado de Oregon (EUA), Alemanha, França e Japão. Nesses locais a prática da eutanásia foi aprovada desde que em casos de morte cerebral ou morte iminente.
Apesar da prática da eutanásia ser uma ideia antiga e bastante divulgada através de filmes e etc, ela ainda encontra muita resistência. Resistência essa que se dá através de diversos meios sociais, a eutanásia é vista com maus olhos por diversas religiões e até mesmo por muitos médicos. Porém, a quem cabe julgar o quanto se deve condenar alguém a viver pela metade? No Brasil a eutanásia ainda não é uma prática legalizada, será que nossos governantes se julgam os proprietários da vida alheia? Afinal, a quem pertence à dádiva da vida? Muitos responderão a essa pergunta com apenas uma afirmação, pertence a Deus! Contudo, essa resposta não é suficiente para resolução desse problema tendo em vista que cada pessoa se relaciona com Deus de maneira diferente. Um exemplo disso é o caso dos budistas que por acreditarem que a vida não pertence a um ser supremo não se opõem à eutanásia.
Fato é que todos queremos uma boa vida, será injusto pode desejar uma boa morte quando essa escolha se faz possível?
A palavra eutanásia possui sua origem no grego eu (bom) e thanatos (morte)! A ideia de encurtar o sofrimento daqueles que já não podem viver em condições normais permeia pelas sociedades humanas há muito tempo. Um exemplo disso é o Egito onde Cleópatra VII criou uma academia para estudar formas menos dolorosas de morte. Há também o registro dessa prática em povos mais modernos como o caso da Holanda, Estado de Oregon (EUA), Alemanha, França e Japão. Nesses locais a prática da eutanásia foi aprovada desde que em casos de morte cerebral ou morte iminente.
Apesar da prática da eutanásia ser uma ideia antiga e bastante divulgada através de filmes e etc, ela ainda encontra muita resistência. Resistência essa que se dá através de diversos meios sociais, a eutanásia é vista com maus olhos por diversas religiões e até mesmo por muitos médicos. Porém, a quem cabe julgar o quanto se deve condenar alguém a viver pela metade? No Brasil a eutanásia ainda não é uma prática legalizada, será que nossos governantes se julgam os proprietários da vida alheia? Afinal, a quem pertence à dádiva da vida? Muitos responderão a essa pergunta com apenas uma afirmação, pertence a Deus! Contudo, essa resposta não é suficiente para resolução desse problema tendo em vista que cada pessoa se relaciona com Deus de maneira diferente. Um exemplo disso é o caso dos budistas que por acreditarem que a vida não pertence a um ser supremo não se opõem à eutanásia.
Fato é que todos queremos uma boa vida, será injusto pode desejar uma boa morte quando essa escolha se faz possível?
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Tolas paixões?
Permiti-se ou fugir? Quase sempre corremos antes mesmo de aprender a andar, com a alma aos pedaços, exaustos, secamos sob o sol! Será que estamos mesmo encharcados ou apenas sem lenço nos banhado em lágrimas? Que sublime ridículo é esse que nos empurra eufóricos para o maior precipício? São tolos todos aqueles que se engrandecem de humildade, são tolos aqueles que se entregam à crença que se algemar é estar em liberdade? Onde repousará os dias de pranto aquele que tornou do outro o seu maior abrigo?
As paixões são caravelas submissas aos desejos do mar, as paixões são aventuras que com sangue temos que pagar. E o que dizer das dores que trazem? Talvez sejam iguais as dores do aleijado ao lembrar da ausência do membro amputado! São tolas todas as paixões carnais ou somente ensaios para o amor sublime?
Segundo a psicologia, os doces devaneios da paixão duram em média em torno de dois anos, após esse tempo os seres tendem a migrar para o total desinteresse ou para alguma zona de conforto. Contudo, será que sempre após esse prazo elevamo-nos as maravilhas do amor? Infelizmente vejo que geralmente esse fato não se constata! Às vezes parece que o que nomeamos amor nada mais é que uma saudade inventada. Porém, o que seria da vida sem o estímulo dos erros, sem a graça divina da ingênua imaginação? Afinal, o quanto custa acreditar, o quanto custa confiar e esperar? Quem sabe é somente “a vida a arte do encontro, embora nela existam tantos desencontros”.
As paixões são caravelas submissas aos desejos do mar, as paixões são aventuras que com sangue temos que pagar. E o que dizer das dores que trazem? Talvez sejam iguais as dores do aleijado ao lembrar da ausência do membro amputado! São tolas todas as paixões carnais ou somente ensaios para o amor sublime?
Segundo a psicologia, os doces devaneios da paixão duram em média em torno de dois anos, após esse tempo os seres tendem a migrar para o total desinteresse ou para alguma zona de conforto. Contudo, será que sempre após esse prazo elevamo-nos as maravilhas do amor? Infelizmente vejo que geralmente esse fato não se constata! Às vezes parece que o que nomeamos amor nada mais é que uma saudade inventada. Porém, o que seria da vida sem o estímulo dos erros, sem a graça divina da ingênua imaginação? Afinal, o quanto custa acreditar, o quanto custa confiar e esperar? Quem sabe é somente “a vida a arte do encontro, embora nela existam tantos desencontros”.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Lembranças
São marcas profundas ou águas escuras que o tempo se incumbe de arrastar na correnteza dos dias? Seria o homem menos inquieto se pudesse selecionar a bagagem que deseja levar consigo? Talvez! Contudo, por mais que seja dado ao homem o livre arbítrio isso ainda não o torna o único autor de sua história. Vivemos dispersos no hoje, com a pesada ancora do passado a nos estagnar e o invisível do futuro a nos encher de ansiedade!
Há quem diga que o remorso é para os fracos, existem também aqueles que simplesmente não voltariam atrás pelo simples fato de que ao consertar seus erros precisariam abrir de parte da constituição do seu eu. Literalmente errar é aprender, mas ainda assim soa injusto que um único erro possa comprometer por completo a existência de um ser. E nos casos em que o destino escolhe as histórias nas quais quer representar o carrasco... Será que até mesmo nessas circunstâncias é cabível ao homem a sentença de ter que carregar à pesada cruz das memórias? Talvez a atitude mais prudente seja enterrar as lembranças negativas e assim selar o passado num tumulo sem lápide, porém mesmo assim “como é difícil conviver carregando um cemitério na cabeça”.
Será a história apenas um misto do doce e do amargo na surpresa dos dias? Que estranha força é essa que escolhe por nós a vida que teremos? E se fosse o homem como ilhas perdidas! Estaríamos distantes dos distúrbios do mundo ou apenas teríamos um acumulo maior de lembranças felizes até a chegada de algum cruel colonizador? Todavia, parece mais que tudo que somos faz parte de uma voraz correnteza onde a água ora segue clara, mas às vezes turva e confusa!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Abandono
A margem, após ser deixado de lado muitas vezes o que resta é só observar o fluxo de água na correnteza do rio. São olhos opacos esses que assistem ao brilho da vida ir embora! O que fazer após considerar-se traído? Qual é o amargo no paladar daquele que se doa por completo e em troca recebe apenas ingratidão?
Será o ódio o fruto do sentimento de rejeição? Afinal, quase sempre aquele que a princípio zela pelo bem termina cultivando o mal após ser desprezado. Todavia, a questão é como se manter distante dessa inclinação humana? Talvez essa seja a tarefa mais difícil de ser cumprida por um homem, já que nascemos num mundo de incertezas e tudo o que mais cultivamos nessa terra é o abandono. Somos guiados por um sistema que só tem a oferecer falsas promessas, liberdade vigiada. Quase sempre o mundo nos cobra muito mais do que pode nos dar. Desde jovem o cidadão moderno precisa lidar com imensas pressões sociais, existem mil requisitos para ser cumprir para conquistar o status de cidadão modelo. E qual é o modelo dos dias atuais? Talvez seja aquele que será substituído no comercial do mês seguinte! Talvez seja o ser que ignora os seus próprios desejos para se adequar aos padrões.
O abandono é o novo carpete persa, nele estão todas as cores da próxima estação. Ele é o reflexo de toda a nossa falta de vontade, de todo o nosso descaso social. Decoramos nossa sala de estar com ele sempre que estamos com preguiça de limpar a poeira. Devido a isso seguimos sujos, nos esquecemos do significado da palavra retribuição. Ignoramos todos os mais sinceros votos de fraternidade, nos esquecemos até de viver como nação!
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